Gender-bender é o termo usado para definir um movimento que vem ganhando força no mundo da moda. Em tradução livre, gender-bender quer dizer além-gênero, e tem a ver com a ruptura do esteriótipo de gênero e a forma de vestir.
Esse movimento ganhou destaque nas temporadas de moda internacionais com o primeiro desfile da Gucci assinado por Alessandro Michele, que mostrou homens e mulheres vestindo o mesmo tipo de roupa. Exemplo disso é a saia masculina e os ternos femininos. As linhas que definem o gênero vão se apagando aos poucos. Em 2015 a loja inglesa Selfridges apostou numa nova experiência de compra para os consumidores, com uma coleção unissex, sem divisões entre masculino e feminino. Essa ação mostrou que esse movimento não é passageiro, tem se tornado tendência mundo afora.

No Brasil, temos exemplos relevantes como as as coleções do estilista Alexandre Herchcovitch, que muitas vezes mostrou mulheres de atitude na passarela e homens com saia, e de João Pimenta, que também tem apostado nessa ideia. 
Além de Gender-bender, Agender e Ungendered também são termos usados para definir esse movimento. E para quem achou que essa tendência demorava para chegar por aqui, a Zara foi a pioneira, criando uma coleção com peças totalmente unissex, composta por calças jeans, camisetas e moletons que podem ser usados por homens e mulheres, basta encontrar o tamanho certo.

Vamos ver algumas fotos da coleção?         

Até a próxima!




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